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Santander e DIO oferecem 15 mil vagas gratuitas para formação em cibersegurança

Curso online Cibersegurança do Zero à Prática aborda Linux, redes, inteligência artificial, pentest e análise de vulnerabilidades. Inscrições ficam abertas até 14 de setembro.

O Santander, em parceria com a plataforma DIO, abriu 15 mil oportunidades gratuitas de capacitação na área de cibersegurança. A formação, chamada Cibersegurança do Zero à Prática, será realizada integralmente pela internet e foi estruturada para atender pessoas interessadas em começar na área, inclusive quem ainda não possui experiência anterior em segurança digital.

As inscrições devem ser feitas até 14 de setembro de 2026, por meio da plataforma Santander Open Academy. A iniciativa combina conteúdos introdutórios e atividades práticas sobre infraestrutura, proteção de sistemas e identificação de falhas em ambientes digitais.

Entre os temas previstos estão fundamentos de Linux, redes de computadores, inteligência artificial, testes de intrusão, conhecidos como pentest, e análise de vulnerabilidades. Ao longo da trilha, os participantes também deverão desenvolver projetos e chegar à criação do GuardAI, descrito na divulgação como um agente inteligente voltado à análise de vulnerabilidades.

O que é a formação em cibersegurança

A cibersegurança reúne técnicas, processos e ferramentas usados para proteger dados, sistemas, redes e aplicações contra acessos indevidos, falhas e outros riscos digitais. Embora muitas pessoas associem o setor apenas à atuação de especialistas altamente experientes, a formação oferecida por Santander e DIO foi apresentada como uma porta de entrada para quem deseja conhecer os fundamentos da área.

O curso começa com assuntos básicos para a compreensão do funcionamento de ambientes tecnológicos. Linux, por exemplo, é um sistema operacional amplamente utilizado em servidores, serviços de internet e ambientes de desenvolvimento. Já o estudo de redes ajuda o aluno a entender como dispositivos e sistemas se comunicam e onde podem surgir riscos de segurança.

Depois dessa etapa inicial, a trilha avança para conhecimentos mais específicos. O pentest consiste em testes controlados realizados para identificar possíveis brechas de segurança. Na prática profissional, esse tipo de avaliação busca encontrar vulnerabilidades antes que elas sejam exploradas por pessoas mal-intencionadas. O curso também aborda análise de vulnerabilidades, etapa relacionada à identificação e à avaliação de falhas em sistemas, redes e aplicações.

A proposta não é apenas apresentar conceitos teóricos. Segundo a divulgação, os alunos terão contato com projetos práticos durante a jornada, com atividades que conectam os conteúdos estudados a situações de análise e proteção digital.

Conteúdos previstos no curso

A trilha de aprendizagem reúne temas técnicos e atividades aplicadas. Os principais assuntos informados para a formação são:

  • fundamentos do sistema operacional Linux;
  • redes de computadores;
  • inteligência artificial aplicada à segurança digital;
  • pentest e testes de segurança;
  • análise de vulnerabilidades;
  • projetos práticos desenvolvidos ao longo do curso;
  • criação do GuardAI, agente inteligente voltado à análise de vulnerabilidades.

A presença de inteligência artificial no programa acompanha uma mudança observada no desenvolvimento de aplicações digitais. A tecnologia pode acelerar a criação de sistemas, mas também exige cuidados para que códigos e produtos desenvolvidos com apoio de IA não apresentem falhas que comprometam dados ou usuários.

Por isso, a formação inclui conteúdos relacionados à segurança de aplicações criadas com auxílio de inteligência artificial. O participante deverá ser estimulado a observar riscos e a identificar problemas antes que uma aplicação seja colocada em produção, ou seja, antes de ser disponibilizada para uso efetivo.

Acesso à Aceleração Santander começa durante a seleção

Quem se inscrever terá acesso imediato à chamada Aceleração Santander enquanto o processo de seleção estiver em andamento. Essa etapa permite que o candidato comece a estudar antes da definição dos participantes da trilha principal.

O conteúdo inicial está relacionado à segurança de aplicações desenvolvidas com apoio de inteligência artificial. A aceleração funciona como uma preparação para os assuntos que serão aprofundados na formação e pode ajudar o interessado a conhecer previamente a dinâmica do programa.

Esse acesso antecipado também permite que a pessoa avalie se os temas estão alinhados aos seus objetivos profissionais. Como a trilha parte de conceitos básicos, mas avança para atividades técnicas, o candidato pode utilizar esse primeiro contato para entender o nível de dedicação exigido e organizar sua rotina de estudos.

Mentorias ao vivo também fazem parte da programação

Além das aulas e dos projetos, a iniciativa prevê mentorias ao vivo. A programação informada inclui uma live de abertura da experiência Santander, um encontro sobre cuidados no chamado “vibe coding” e uma conversa com profissionais de recursos humanos sobre competências comportamentais em um mercado influenciado pela inteligência artificial.

O termo “vibe coding” é usado para descrever uma forma de desenvolvimento em que a inteligência artificial participa intensamente da produção de código a partir de instruções do usuário. A discussão sobre cuidados nesse processo é relevante porque gerar código com rapidez não elimina a necessidade de revisão, testes e avaliação de segurança.

Já a conversa com RH deve abordar as chamadas soft skills, expressão usada para designar competências comportamentais, como comunicação, colaboração, organização e capacidade de resolver problemas. A inclusão desse tema mostra que a proposta da formação não se limita ao aprendizado de ferramentas técnicas.

Para quem está começando, as mentorias podem contribuir para uma visão mais ampla sobre a entrada no mercado. Além de aprender conceitos de cibersegurança, o participante poderá refletir sobre como apresentar projetos, conhecimentos e experiências em processos seletivos. A fonte, no entanto, não informa que a participação no curso resulte em contratação ou garanta uma vaga de emprego.

Quem pode se candidatar às 15 mil vagas

A divulgação informa que o curso não exige pré-requisito e é voltado a pessoas interessadas em aprender cibersegurança do zero. Isso inclui estudantes, profissionais que avaliam uma transição de carreira e interessados em tecnologia que ainda não tiveram contato com segurança digital.

Não ter experiência anterior no setor não impede a inscrição, mas o participante precisará de acesso à internet para acompanhar as atividades online. Também será necessário reservar tempo para assistir aos conteúdos, realizar as tarefas e participar, quando possível, das mentorias e demais atividades propostas.

A ausência de pré-requisito não significa que o conteúdo permanecerá apenas no nível introdutório. A trilha avança para pentest, vulnerabilidades e desenvolvimento de um projeto aplicado. Por isso, a dedicação ao longo do percurso será importante para que o aluno acompanhe a evolução dos temas e consiga concluir as atividades.

A oportunidade pode ser especialmente útil para quem deseja montar os primeiros projetos relacionados à segurança digital. Esses trabalhos não substituem experiência profissional, certificações ou formação acadêmica, mas podem ajudar o estudante a demonstrar interesse e conhecimentos iniciais em um currículo ou portfólio.

Como fazer a inscrição

Os interessados devem acessar a página do curso Cibersegurança do Zero à Prática na plataforma Santander Open Academy e concluir a candidatura até 14 de setembro de 2026. O procedimento informado inclui a criação de uma conta ou o acesso com login já existente, o preenchimento dos dados solicitados e a conclusão da inscrição dentro do prazo.

Como a oferta anunciada é de 15 mil vagas, o candidato deve verificar na própria plataforma as regras completas do programa, os critérios e a dinâmica do processo de seleção. A inscrição não deve ser confundida com confirmação automática de participação na trilha principal, já que a divulgação menciona um período de seleção.

Depois do cadastro, é recomendável acompanhar o endereço de e-mail informado e as comunicações enviadas pela plataforma. Essas mensagens podem conter orientações sobre o andamento da candidatura, acesso à Aceleração Santander e eventuais etapas necessárias para participar da formação.

Antes de iniciar, o candidato também deve conferir diretamente no Santander Open Academy informações atualizadas sobre prazos, disponibilidade das vagas, calendário, acesso às aulas e condições de participação. A fonte confirma que a formação é gratuita, online e realizada em parceria entre Santander e DIO, mas não informa carga horária, data de início da trilha principal ou certificado específico.

Por que a oportunidade pode interessar a quem busca tecnologia

A segurança digital está relacionada a praticamente todos os ambientes que dependem de sistemas, redes e dados. Empresas de tecnologia, instituições financeiras e organizações de diferentes setores precisam considerar a proteção de suas aplicações e informações. Nesse contexto, conhecimentos básicos sobre vulnerabilidades, redes e sistemas podem ajudar quem está avaliando caminhos profissionais dentro da área de tecnologia.

O curso também combina cibersegurança e inteligência artificial, dois temas presentes na transformação de produtos e serviços digitais. Para iniciantes, essa integração pode facilitar a compreensão de como ferramentas de IA são utilizadas no desenvolvimento e por que aplicações criadas com esse apoio precisam passar por revisão e testes de segurança.

A formação, contudo, deve ser vista como uma oportunidade de capacitação inicial. O aproveitamento do conteúdo dependerá do envolvimento de cada participante e da continuidade dos estudos. Quem quiser seguir carreira no setor poderá precisar aprofundar conhecimentos técnicos, desenvolver novos projetos e buscar outras experiências de aprendizagem após a conclusão.

Com inscrições abertas até 14 de setembro de 2026, as 15 mil vagas gratuitas representam uma alternativa para quem deseja dar os primeiros passos em cibersegurança sem pagar pela formação. O caminho oficial para conferir a oferta e realizar a candidatura é a plataforma Santander Open Academy.


Fontes consultadas:

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